Opinião

Sempre te Encontrarei, Megan Maxwell

Hoje vou começar a partilhar convosco um dos meus grandes prazeres: ler sobre os escoceses! Quanto mais leio sobre o passado da Escócia, menos compreendo esta adaptação actual ao Reino Unido.

O meu primeiro contacto com os Highlanders foi através de outra escritora. Foi um vício desde o primeiro instante, que me despertou uma grande curiosidade sobre a cultura Celta. Desde então procuro sempre livros que me transportem no tempo para uma cultura única.

Megan Maxwell escreve sobre escocesas guerreiras, sobre a força das mulheres e a capacidade de se levantarem e combaterem pelos seus ideais. Este é o terceiro livro da série As guerreiras Maxwell, e devo dizer que não desaponta! Partilho convosco a mensagem que a escritora nos deixa logo no início do livro, espero que vos sirva de inspiração:

«Ser uma Guerreira Maxwell é não se deixar vencer pelas adversidades. É saber levantar-se e lutar pelo que se quer, mesmo tendo perdido uma ou outra batalha. Guerreiras, são as melhores , Megan»

Agora falemos desta bela história! Tudo começa com Kieran, o Laird O’Hara, e a procura pelo irmão desaparecido, com o intuito de atenuar a angústia da mãe deles. Depois de longas horas de viagem pela Escócia este decide pernoitar com os seus guerreiros numa floresta perto do castelo de Caerlaveroch. Durante a noite são envenenados e atacados e, sem se conseguirem defender, temem pelo pior. É então que um grupo de encapuzados aparece e os salvam, sem nunca se deixarem identificar.

Com o amanhecer os guerreiros começam a questionar sobre o que se passou e como poderiam encontrar o grupo que os tinha ajudado para lhes agradecer devidamente. Kieren toma a iniciativa de investigar o que se passou e decide ficar mais uns tempos naquela região, indo fazer uma visita ao castelo.

Ao chegarem ao castelo deparam-se com uma situação inesperada. Um laird deprimido, um castelo desprovido de população, um clã empobrecido. Laird Kubrat Ferguson era um homem apaixonado pela sua falecida esposa. O assassínio desta e dos seus filhos levou-o a um estado de depressão que se refletiu na falta de liderança. Kieren deu uma nova esperança às pessoas que restavam. Foram bem acolhidos e começaram a contar-lhe a história de uma fada que salvava as pessoas na floresta.

Ângela, a filha mais nova de Ferguson, tinha uma vida dupla. Durante o dia ela era a miúda desastrada e chorona que ninguém queria por perto, e pela noite era a Fada, lutava para proteger as terras da sua família, tentava salvar as pessoas que por ali passavam e eram atacadas. Evitava aquilo que não conseguiu fazer quando a sua mãe e irmãos foram mortos.

Kieren está longe de imaginar o que Ângela é capaz de fazer. Até ao dia que alguém mata todos os seres que lhe são queridos. É então que ela se revela e mostra a sua força e coragem. Admirada por todos e respeitada, ela decide caçar quem lhe destruiu a vida. Kieren toma-a sob a sua proteção e é então que se apaixona por esta mulher.

Mais não posso contar, se não perdem o prazer de sentir o coração a apertar-se de expectativa.

Boas leituras, até breve!!!

1 Comentário

  • Inês Lobo
    2018-06-16 Responder

    Fiquei curiosa.....nao conheco de todo a escritora. Com tantas sugestões boas eu preciso de ter o dia todo para ler

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